Por terras de Santo Tirso, além dos belos percursos que acompanham o Rio Leça no seu percurso até Matosinhos, também se encontram trilhos PR (pequena rota), tanto lineares como circulares.
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- Angeiras - A Casa do Gordo
- Apúlia - A Cabana
- Coimbra - Peculiar
- Fafe - Tasca do Ademar
- Fão - A Lareira
- Figueira da Foz - Cristal Wine Bar
- Leça da Palmeira - A Margarida
- Matosinhos - Taberna Lusitana
- Ponte da Barca -O Moinho
- S. Jacinto - A Peixaria
- Santo Tirso - Club House Vale Pisão
- Vila Real - Tralha
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sexta-feira, 14 de setembro de 2018
quinta-feira, 30 de agosto de 2018
Valinhas: Onde o Rio Leça ainda é riacho!
Rio Leça!
Santo Tirso é um dos meus locais de eleição para ir descomprimir, e fazer uns passeios no meio da Natureza. É aqui que nasce o Rio Leça, que desagua no Porto de Leixões, em Matosinhos. Monte Córdova é onde nasce, e a sua nascente está identificada com uma pedra enorme onde se pode ler isso mesmo: Nascente do Rio Leça.
quinta-feira, 1 de março de 2018
A broa tem um museu em Penafiel!
Na freguesia de Capela, inserido numa paisagem rural, encontra-se o Museu da Broa. Já tinha ouvido falar deste museu, e após visita a Quintadona, decidi visitá-lo. Desenganem-se se pensam encontrar um edifício propriamente dito como museu, este é um museu ao vivo!
Este museu, que conta a história da broa, é composto por 6 moinhos, todos identificados com uma placa com o nome, dispostos ao longo do ribeiro da Trunqueira. No site da CM Penafiel(↗) informa que os moinhos estão funcionais, mas do que vi, nem a funcionar, nem funcionais. Há indicações em várias placas com os contactos telefónicos para se efectuarem visitas, que devem acrescentar a necessária informação ao processo de fabrico da broa, finalizada aqui com a moagem nos vários moinhos.
segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018
Penafiel de outros tempos: Quintandona
Sábado, dia 24 de Fevereiro, decidi-me por fim, a conhecer Quintandona, aldeia de xisto do concelho de Penafiel, e que faz parte das Aldeias de Portugal. Esta aldeia, que fica aqui tão próximo (13 km de Penafiel), está em plena Rota do Românico, e está quase toda recuperada, mantendo a traça original. Os materiais utilizados nas casas são o granito, o xisto e a lousa, mantendo as casas com uma estética lindíssima e secular.
Existe um Centro de Interpretação da aldeia, que dá ao visitante toda a informação necessária sobre Quintandona e a sua história, e com uma feirinha de hortícolas e fruta.
Um dos pontos de interesse, e que já tem várias edições, é o Festival do Caldo de Quintandona, que se realiza em Setembro, que é sempre um evento de grande sucesso. Teatro de Rua, concertos de música tradicional e a gastronomia típica, são atractivos mais do que suficientes para visitar Quintandona!
Um dos pontos de interesse, e que já tem várias edições, é o Festival do Caldo de Quintandona, que se realiza em Setembro, que é sempre um evento de grande sucesso. Teatro de Rua, concertos de música tradicional e a gastronomia típica, são atractivos mais do que suficientes para visitar Quintandona!
segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018
Trilho e lanche na Tasca D'Avó Mila
Sábado amanheceu solarengo e logo a vontade de ir fazer um trilho despertou! A Ana estava de folga, e iria ser a minha companhia. Inicialmente o destino seria Fafe, mas devido ao Rally Serras de Fafe, preferimos outro local.
Seguimos então para Felgueiras, para o Mosteiro de Pombeiro, fazer um dos trilhos que por lá passam, que já são meus conhecidos. Para atalhar um pouco, fizemos o PR1 até depois da Ponte de Vila Fria, e depois encaixamos no PR2, finalizando próximo do Parque de campismo, onde tínhamos iniciado o percurso.
quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018
Back on track! Fafe PR1, 4 e 11: Barragem de Queimadela e arredores!
Aproveitando o voltar do Sol, e do tempo mais propício aos meus trilhos, comecei a explorar uma zona nova de trilhos, sempre com a ajuda do Walking Portugal, que reúne a mais completa informação sobre trilhos em Portugal.
segunda-feira, 4 de dezembro de 2017
Cores de Outono!
Porque o Outono está para acabar, aqui lhe presto a devida homenagem, com alguns registos efectuados nas minhas caminhadas e da Ana, por este nosso tão belo Portugal.
Espero que gostem!
terça-feira, 21 de março de 2017
Vila Real: Trilho e Tralha!
O Trilho
Sábado passado estava marcada a visita ao Rui, para conhecermos o seu novo projecto em Vila Real, o Maus Hábitos, aproveitando também o bom tempo para fazermos um trilho que ficasse próximo do nosso destino final.
Após vária hipóteses colocadas, ficou decidido fazermos o PR3 de Vila Real, o Circuito do Carvalhal, que consta dos percursos pedestres deste concelho. Dowload feito do mapa/percurso, estava tudo pronto para sábado, até que surgiu um imprevisto: As obras no Maus Hábitos atrasaram-se, e o espaço ainda não se encontra aberto! Ok, vamos na mesma fazer o passeio por Vila Real, e logo se encontrará outro local para pousar! Com toda a sua perspicácia e eficiência, a Ana lá descobriu um sítio para irmos lanchar no fim do trilho, o Tralha! E que bem escolhido foi... O lanche durou até à noite, entre fantásticos pratos apresentados pelo Chef Luis, e uns copos de vinho (bom), se passou a tarde.
Fica aqui o registo!
quarta-feira, 8 de março de 2017
Serras e serranias
Sábado, aproveitando o dia de sol, pus pés ao caminho com a Ana, com destino à Serra da Cabreira. No alto da Serra da Cabreira, passamos pelo famoso Nariz do Mundo, em Moscoso, que ainda se encontrava a terminar os almoços pelas 16h30...
No percurso, vimos grande parte da serra queimada pelos incêndios do último Verão, campos verdejantes com gado autóctone (grandes cornos!! 😀😄), rios e regatos cristalinos. Ainda registamos uma Nossa Senhora e um Cristo Rei, que do alto da serra guardavam o vale.
Alguns pedaços de neve ainda puderam ser vistos, em várias zonas da Serra da Cabreira e circundantes, sinal que o nevão do dia anterior foi forte!
Aqui fica o registo!
quarta-feira, 1 de março de 2017
Felgueiras PR1
FLG PR1 - Caminhos Medievais
Como prometido, este sábado fui terminar o PR1 de Felgueiras, que não tinha terminado na última visita por estas paragens. Iniciado o percurso no mesmo local de partida (PR1 e PR2 partilham parte do trajecto), segui até à Ponte Romana do Arco, e desta vez, segui pelo percurso correcto. Caminho rural, com alguma estrada, que me levou então, até ao Mosteiro de Pombeiro e ao antigo e abandonado Seminário de Santa Teresinha.
Este percurso mostrou-me belas paisagens, algumas já vistas na última visita, com realce para os meus amigos corvos-marinhos-de-face-brancas, desta vez 5, e que consegui melhores fotografias, à custa de me aventurar pelo meio de um campo.
Foi em clima de pré-Primavera (as mimosas já rebentaram!) que conclui este percurso, com registos fotográficos bem conseguidos, como poderão apreciar.
Fica aqui o registo!
terça-feira, 14 de fevereiro de 2017
Felgueiras PR1 e PR2 - Caminhos Medievais e Caminhos Verdes
Este sábado foi dia de retomar os trilhos, que por força da tempestade Dóris me obrigou a ficar por casa, e não ter novidades aqui no fiambrefininho! Com o sábado a acordar solarengo, decidi-me por fazer um percurso que já tinha debaixo de olho no Walking Portugal, o FLG PR1-PR2, em Felgueiras. Estes são percursos circulares, de caminho rural e de aldeia, facilitando assim o trajecto. Ou pelo menos assim deveria ser, mas como depois da Ponte do Arco de Pombeiro, por indicação de umas setas amarelas que nada tinham a ver com o PR, virei à direita quando deveria ter sido à esquerda, o trajecto alongou-se!
segunda-feira, 23 de janeiro de 2017
Moinhos no Rio Ferreira, Lordelo
Sexta à noite, no paleio com o Fausto e o Rochinha, veio à baila o tema das caminhadas. E lá surgiu a idéia de ir ver os moinhos em Lordelo, no Rio Ferreira. Desconhecia que existiam, e ainda mais que estavam em funcionamento! Sábado lá meti pés a caminho com o Fausto, para conhecer os tão falados moinhos, sempre com a minha Canon a acompanhar. No final, ainda tive a oportunidade de ver e fotografar um ninho de vespas asiáticas, de longe, é claro!!!
Aqui ficam as imagens!
segunda-feira, 16 de janeiro de 2017
Aguiar de Sousa: Monumentos e locais
Por aqui começou o passeio por Aguiar de Sousa, desta vez com a companhia da Ana, na subida para a Torre do Castelo de Aguiar de Sousa. Parte da Rota do Românico, a torre do castelo acaba por ser um pouco uma desilusão, pese o interesse histórico que a mesma tem, por ser mais um miradouro que uma torre.
Descoberta a Igreja Matriz de Senande, e como não encontramos a Capela da N. Sra. do Salto, pusemos pés a caminho, porque este é um dos trilhos que se pode efectuar na zona, sendo este linear, que vai da Igreja de Senande até à Capela da Sra. do Salto, e de volta para Senande.
Na chegada à Senhora do Salto a vista é muito bonita, com uma garganta (Boca do Inferno) à esquerda, entalada entre duas escarpas imponentes! O Local é aprazível, e com o rio um pouco mais cheio e menos sujo seria espectacular.
Encontramos então aqui as indicações do percurso circular, com início e fim na Capela, que ficará para ser feito noutra ocasião.
Indicações: Na A41, no nó de Aguiar de Sousa, sair e seguir as placas com indicação da Torre do Castelo. Para a Sra. do Salto, no caminho para a Torre, vamos encontrar uma placa à esquerda com a indicação Parque Natural da N. Sra. do Salto, sensivelmente 2/3 km depois da saída da autoestrada. Desce-se imediatamente por aí à esquerda, e vemos logo a capela ao fundo.
Aqui fica o registo!
domingo, 8 de janeiro de 2017
PR5 Santo Tirso - Moinhos do Fojo
Não foi fácil este PR5 de Santo Tirso, aliás, nem fácil nem difícil, que não o consegui terminar, por falta de indicações do trilho. Não existia placa com o mapa no início do percurso (estava lá, mas ainda não tinha informação) , e as marcações não ajudaram em nada. Cheguei a um campo, onde fiz 4 ou 5 tentativas para me orientar, cheguei mesmo a pedir ajuda a um senhor que ia a passar! " Por aí não passa, está tudo cheio de água...". Terá que ficar para outra altura, depois de fazer um estudo mais aprofundado deste trilho.
De qualquer das maneiras, não se perdeu tudo, aproveitei para ir conhecer o Parque da Rabada, em Santo Tirso, que o meu amigo Fausto já me tinha falado. Muito bonito o parque, ladeado pelo rio Ave, e com um passadiço pedonal e ciclável, que é bem utilizado pelos utente do Parque, para fazerem as suas corridas.
Na vinda embora, e na passagem por Refojos, descobri uma casa secular, que desconhecia existir!
Aqui fica o registo!
quinta-feira, 5 de janeiro de 2017
Primeiro teste Sigma 18-300mm
Tamron 18-200mm, adeus! Olá Sigma 18-300mm
Depois da desilusão da Tamron 18-200mm f/3.5-6.3 di ii vc, que me foi oferecida pela Ana Costa (seguindo as minhas orientações, claro!), e de chegar à conclusão que tinha mesmo que gastar mais dinheiro para ter uma lente que me satisfizesse em pleno, após 'várias e diversas' análises por entendidos na matéria e outros que nem tanto assim, optei pela Sigma 18-300mm F3.5-6.3 DC MACRO OS HSM. Uma das obrigatoriedades antes da aquisição, era testar a lente antes de a adquirir, para evitar desilusões como foi a Tamron. A caminho da FNAC (onde tinha sido adquirida a Tamron, FNAC online), lembrei-me que a MediaMarkt tinha uma nova loja na zona do Mar Shopping! Ok, então, antes de ir à FNAC, passo pela MediaMarkt para ver se tinham a Sigma... e tinham!! Ora aqui está o que eu pretendia, uma lente para testar!
FNAC no seu melhor
Chegado à FNAC, fila para trocas/devoluções. Chegada a minha vez, perguntam-me se é para troca, ao que respondo que era para devolução, mas que pretendia falar com alguém da área de fotografia, para esclarecer algumas dúvidas. Ao fim de 30s de conversa, em que estava a tentar expor as minhas questões e desagrado com a lente Tamron (será que a lente estava com algum problema? Alinhamento das lentes, mecanismo de estabilização?), chego à conclusão que estou ali a perder tempo e a chatear-me sem necessidade disso. Respostas como as que ouvi de alguém que trabalha num zona específica de fotografia, e supostamente percebe do assunto, não lembram a ninguém... De referir que levei a minha Canon, cheguei mesmo a mostrar algumas fotos ao senhor da FNAC, que se sai com estas pérolas: - ' Ai, e tal, sabe, pelo preço, sabe como é... Ai, e tal, estas lentes 18-200, sabe como é...' Ah! Pois... estou na FNAC... Nem sequer montou a lente na câmara, para verificar se poderia ser falha minha, ou então para verificar por ele as falhas apontadas por mim (fotos com muito, muito 'blur')!!
Finalizei a conversa secamente com um ' Ok, eu até estava interessado em comprar um 18.300mm, mas como o senhor me está a dizer que este tipo de lentes não são boas, devolvam-me então o dinheiro, para eu me ir embora'. Bem, se calhar foi num tom um pouco mais áspero... 😤😤😤.
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